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Prefeitura reforça com setor de supermercados necessidade de se respeitar os protocolos de segurança

O setor é um dos que possui autorização para se manter em funcionamento, conforme o decreto nº 7.849, assinado na última sexta-feira (20).    O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, se reuniu neste domingo (22) com a Associação de Supermercados de Mato Grosso (ASMAT) e empresários do segmento para debater sobre as ações de enfrentamento …

O setor é um dos que possui autorização para se manter em funcionamento, conforme o decreto nº 7.849, assinado na última sexta-feira (20). 

 

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, se reuniu neste domingo (22) com a Associação de Supermercados de Mato Grosso (ASMAT) e empresários do segmento para debater sobre as ações de enfrentamento ao novo coronavírus (Covid-19).

O encontro foi promovido com o intuito de debater medidas para que os estabelecimento continuem desenvolvendo a atividade comercial sem desrespeitar os protocolos estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde e da própria Prefeitura de Cuiabá. Segundo Emanuel, além de um grande gerador de emprego e renda, o setor atende uma área essencial para a população.

“Queremos que eles continuem funcionando e abastecendo a população. No entanto, que esse trabalho seja feito com total segurança, higiene e adequação a todas as medidas adotadas na Capital. Assim, garantimos a preservação da saúde do consumidor, dos funcionários e dos próprios empresários”, explicou o prefeito.

O chefe do Executivo cuiabano reforçou que a o Município está sempre aberto ao diálogo com todos os segmentos organizados da sociedade. Para ele, apesar do momento de apreensão, atuando de forma participativa e unida, toda a população terá mais tranquilidade para colaborar no combate a pandemia do Covid-19.

“Nesse momento de muita apreensão e preocupação com relação a evolução do novo coronavírus, é necessário que o gestor do Município esteja atento e à frente de todas as ações. Simultaneamente, com as medidas fortes, mas extremamente necessárias para proteger a vida da população, precisamos ampliar esses debate com setores essenciais”, pontua Pinheiro.

 

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