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Justiça condena Rodrigo Barbosa por integrar organização criminosa no âmbito da “Operação Sodoma 2″

A magistrada Mônica Perri também determinou, que o empresário Rodrigo não pode se ausentar de Cuiabá e de Várzea Grande sem autorização judicial. E estar em casa das 21h as 6h da manhã.

 

A juíza Monica Catarina Perri Siqueira, da 2ª Vara Criminal de Cuiabá, determinou nesta segunda-feira (12) a sentença do empresário da comunicação, Rodrigo Barbosa, filho do ex-governador de Mato Grosso Silval Barbosa, condenado.  A decisão foi tomada no contexto da ação penal da Operação Sodoma, na 7ª Vara Criminal.

Rodrigo Barbosa foi condenado por integrar organização criminosa no âmbito da “Operação Sodoma 2”, vai cumprir a pena de dois anos e dois meses de prisão no regime aberto, e terá de pagar 66 dias-multa, além de pagar as custas processuais, conforme
O cumprimento da pena, em regime aberto, ocorre dois anos e nove meses depois do trânsito em julgado.

O réu foi sentenciado em 16 de março de 2018, e a ação em relação a ele transitou em julgado em 18 de junho desse mesmo ano. Ele, como o pai o ex-governador Silval Barbosa, fez acordo de colaboração premiada.

A magistrada Mônica Perri ainda determinou, que o empresário Rodrigo não pode se ausentar das comarcas de Cuiabá e de Várzea Grande sem autorização judicial, bem como deverá se recolher em casa entre as 21h e as 6h da manhã, e comparecer a cada dois meses na Fundação Nova Chance.

“Em caso de descumprimento das condições descritas nos itens 01 a 08, poderá ser decretada a sua prisão, com a finalidade de apresentá-lo(a) imediatamente em audiência de justificação, podendo acarretar a revogação do benefício e regressão do regime prisional, conforme dispõem os artigos 50, inciso V, e 118, inciso I, ambos da LEP”, escreveu na decisão.

A Operação Sodoma 2, apurou um esquema de pagamento de propinas milionárias dos empresários Willians Paulo Mischur, dono da Consignun, empresa de empréstimos consignados para servidores públicos, e Júlio Tisuji, sócio da Webtech Softwares e Serviços Ltda, para que o Estado mantivesse os contratos com essas empresas. Ambos foram presos durante a operação, e seguiram a mesma decisão de Rodrigo Barbosa, e firmaram acordo de delação premiada.

Por: Alessandra Barbosa

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