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Grupo Flor Ribeirinha destaca em lives os tesouros vivos da cultura

O Grupo Flor Ribeirinha da tradicional comunidade de São Gonçalo Beira Rio, foi convidado especial de grupos nacionais para participar de algumas transmissões ao vivo através das redes sociais, em função do isolamento social. Entre as participações, na semana foram por meio do Instagran @ciarobdrow e posteriormente @gtfraizesnordestinas, Instagran do Grupo de Tradições Raizes Nordestinas …

O Grupo Flor Ribeirinha da tradicional comunidade de São Gonçalo Beira Rio, foi convidado especial de grupos nacionais para participar de algumas transmissões ao vivo através das redes sociais, em função do isolamento social. Entre as participações, na semana foram por meio do Instagran @ciarobdrow e posteriormente @gtfraizesnordestinas, Instagran do Grupo de Tradições Raizes Nordestinas de Fortaleza.

O diretor Artístico e coreógrafo do Grupo Flor Ribeirinha, Avinner Autusto, representou os grupos folclóricos no bate papo online. Ele explica que a conversa foi produtiva, cheia de informações pertinentes aos trabalhos realizados pelos grupos folclóricos brasileiros.  “Ficamos maravilhados com o projeto de política pública “Tesouros Vivos do Ceará” coordenado pelo grupo Raízes Nordestinas. O projeto é baseado em uma lei pioneira no Brasil, voltada para o reconhecimento dos saberes e fazeres dos mestres e mestras da cultura tradicional e popular”, observou.

Avinner Augusto lembrou que os mestres são reconhecidos como difusores de tradições, da história e da identidade, atuando no repasse de seus saberes e experiências para as novas gerações. Os mestres são selecionados pela Coordenadoria de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural da Secult.

O diretor Artistico do Flor Ribeirinha frisou que após a apresentação de propostas pela sociedade civil, os mestres da cultura passam a contar com reconhecimento institucional e recebem um subsídio no valor de um salário mínimo mensal, como auxílio para a manutenção de suas atividades e para a transmissão de seus saberes e fazeres. “Este programa Mestres da Cultura se tornou um referencial do Ceará para o Brasil, pela qualidade e pelos efeitos da iniciativa”, ressalta Avinner.

Na sua opinião, Mato Grosso é dotado de muitos  mestres a exemplo de Domingas Leonor, que é Doutora em Cultura Popular,  agraciada pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e reconhecida pela sua incansável luta no processo de resgate e manutenção da cultura popular Cuiabana e Matogrossense. Ele frisou ainda que além de Dona Domingas, outros renomados mestres lutam para manter viva as tradições. “Destacamos as  manifestações presentes em Mato Grosso, como o Siriri, Cururu, Mascarados, Congo, Chorado, os artesãos da Viola de Cocho, as ceramistas de São Gonçalo Beira Rio, entre muitos outras. Por que não seguirmos este exemplo de reconhecimento nacional dos valores culturais também em nosso Estado?”, indagou Avinner

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