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Emanuelzinho entra no ranking da CNM como um dos parlamentares mais municipalistas do Brasil

A Confederação Nacional de Municípios – CNM avalia a atuação parlamentar  no orçamento impositivo, renegociação de dívidas dos municípios com a União, Marco legal do Saneamento Básico e o aumento de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).   A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou, nesta segunda-feira (13), um ranking com os parlamentares …

A Confederação Nacional de Municípios – CNM avalia a atuação parlamentar  no orçamento impositivo, renegociação de dívidas dos municípios com a União, Marco legal do Saneamento Básico e o aumento de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

 

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou, nesta segunda-feira (13), um ranking com os parlamentares considerados mais municipalistas do Brasil. O deputado federal Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT) está na 40ª posição nacional e na 1ª em Mato Grosso.

O critério de avaliação da CNM foi a votação de proposições favoráveis à pauta municipalista como o orçamento impositivo, renegociação de dívidas dos municípios com a União, Marco legal do Saneamento Básico e o aumento de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A pontuação ocorre de forma automática, conforme as votações do parlamentar, sendo os destaques uma pontuação extra pela atuação em demandas dos gestores locais.

No ranking dos deputados de Mato Grosso, Emanuelzinho aparece em 1° lugar, seguido pelos deputados, Juarez Costa (MDB), Neri Geller (PP), Dr. Leonardo (SD), Nelson Barbudo (PSL), Professora Rosa Neide (PT), José Medeiros (PODE), Carlos Bezerra (MDB).

“Durante a minha campanha, me comprometi em ouvir e atender as demandas dos municípios. Seguirei cumprindo o meu compromisso e levando mais recursos para as cidades e lutando por um redesenho do pacto federativo fiscal brasileiro, que está disperso por todo o ordenamento jurídico de forma desequilibrada”, disse Emanuelzinho.

No Brasil existe uma concentração considerável dos recursos no Governo Federal, enquanto dos municípios são demandadas obrigações sem as indicações de receitas para executá-las.

“Falar em municipalismo é pensar na descentralização do poder executivo em favor das cidades. É começar a enxerga-las em seu potencial de maneira cada vez mais realista, já que elas são os grandes centros onde as pessoas vivem, estudam, trabalham. Pretendo continuar lutando para os recursos chegarem na ponta”, concluiu.

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