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Efeito Coronavírus: Caixa anuncia mais prazos para pagamento de boletos

A princípio, os clientes poderão pagar boletos com ate 60 dias de atraso, sem juros, podendo se estender até 120 dias. O local também irá efetuar pagamento de ajuda de custo ,aos trabalhadores informais com R$ 200,00.   Por: Alessandra Barbosa/CEF O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou hoje que se a crise decorrente da pandemia …

A princípio, os clientes poderão pagar boletos com ate 60 dias de atraso, sem juros, podendo se estender até 120 dias. O local também irá efetuar pagamento de ajuda de custo ,aos trabalhadores informais com R$ 200,00.

 

Por: Alessandra Barbosa/CEF

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou hoje que se a crise decorrente da pandemia do coronavírus piorar, os clientes poderão ficar até 120 dias sem pagar as dívidas com o banco público.

A instituição financeira anunciou hoje que clientes pessoa física e empresas terão uma pausa de 60 dias no pagamento de dívidas.”Havendo necessidade, podemos expandir a pausa no pagamento das dívidas de 60 para para 90 ou 120 dias”, disse.

Guimarães também declarou a Caixa fará os pagamentos de R$ 200 para trabalhadores informais, anunciados ontem pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele disse o banco ainda estuda como será esse processo.

Medidas do Governo

O governo federal vai liberar R$ 15 bilhões em benefícios de até R$ 200 para os trabalhadores informais e autônomos que perderam parte da sua renda devido à desaceleração econômica causada pela pandemia do coronavírus. O repasse será liberado nos próximos três meses através de uma medida assinada nesta quarta-feira (18/3) pelo presidente Jair Bolsonaro.

Os beneficiados serão selecionados pelo Cadastro Único do governo federal. Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, muitos informais são registrados no banco de dados, mas não recebem nenhum benefício assistencial, geralmente por terem renda acima do máximo permitido. “São pessoas que não são atendidas pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC) nem pelo Bolsa Família”, informou, em coletiva no Ministério da Economia.

Cerca de 38 milhões de brasileiros trabalham na informalidade hoje em dia. Segundo o ministro, são brasileiros que estão vendendo cocada nas ruas, flanelinhas e autônomos. “Uma turma valente que está sobrevivendo sem ajuda do Estado e agora precisa de recurso”, afirmou, lembrando que essas atividades informais devem sofrer uma queda abrupta neste momento de contenção do Covid-19, já que as pessoas estão sendo orientadas a ficarem o maior tempo possível em casa.

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