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Com o fim das convenções partidárias, 12 nomes são definidos para disputar a vaga ao Senado

Semana agitada no meio político. Partidos e cabos eleitorais ocuparam espaços coletivos da cidade para  assegurarem o bom desempenho de suas convenções e arrebanhar eleitores.  Por: Alessandra Barbosa A eleição suplementar para o cargo de senador pelo Mato Grosso  que será realizada em 26 de abril de 2020 para eleger um novo senador para o Estado, devido …

Semana agitada no meio político. Partidos e cabos eleitorais ocuparam espaços coletivos da cidade para  assegurarem o bom desempenho de suas convenções e arrebanhar eleitores. 

Por: Alessandra Barbosa

A eleição suplementar para o cargo de senador pelo Mato Grosso  que será realizada em 26 de abril de 2020 para eleger um novo senador para o Estado, devido a cassação da senadora Selma Arruda, já tem defino os seu candidatos.

Durante toda semana foram realizadas convenções partidárias para definirem os nomes que participarão da eleição suplementar para o Senado. Alguns partidos utilizaram de alianças para reforço em suas candidaturas e se  preparam para uma eleição fora de época.

Eles escolherão o candidato que vai ocupar a vaga de Selma Arruda do Podemos, eleita em 2018 e que foi cassada pelo TSE. A eleição ocorre no dia 26 de abril.

Veja a relação dos 12 candidatos definidos e seus respectivos partidos:

Otaviano Pivetta –(PDT)

Júlio Campos- (DEM)

Tenente Coronel Rúbia-(Patriota)

Gisela Simona-(PROS)

Elizeu Nascimento-(DC)

Valdir Barranco-(PT)

Carlos Fávaro (PSD)

Feliciano Azuaga (Novo)

José Medeiros (Podemos)

Procurador Mauro (PSOL)

Nilson Leitão (PSDB)

Reinaldo Moraes (PSC)

ELEIÇÃO SUPLEMENTAR

No dia 10 de dezembro de 2019, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou procedente a cassação do mandato da senadora Selma Arruda juntamente com seus suplentes, eleitos em 2018, a ex-juíza foi acusada de omitir despesas de R$ 1,2 milhão em sua campanha eleitoral para a ocupação de uma das duas cadeiras do Estado de Mato Grosso no Senado, configurando supostos caixa dois e abuso de poder econômico. É necessário um ato burocrático da mesa diretora do Senado Federal para que a decisão tenha eficácia. Selma Arruda ainda pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas o recurso, a princípio, não suspenderá a decisão do TSE.

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