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Campanha contra contratação do goleiro Bruno no Operário de VG ganha força nas redes sociais

A contratação do goleiro Bruno, condenado por feminicídio, para atuar no Clube Operário de Várzea Grande, tem  ato de repúdio, agendado para esta terça-feira (21).  Por: Alessandra Barbosa Dezenas de cuiabanos e várzea-grandenses participam de grupo de WhatsApp chamado “Goleiro Bruno #Não”, o intuito é promover atos de repúdio para impedir que o ex-goleiro do Flamengo …

A contratação do goleiro Bruno, condenado por feminicídio, para atuar no Clube Operário de Várzea Grande, tem  ato de repúdio, agendado para esta terça-feira (21). 

Por: Alessandra Barbosa

Dezenas de cuiabanos e várzea-grandenses participam de grupo de WhatsApp chamado “Goleiro Bruno #Não”, o intuito é promover atos de repúdio para impedir que o ex-goleiro do Flamengo jogue pelo time.

Uma das organizadoras, Glaucia Amaral, que também é presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher de Mato Grosso (CEDM/MT), disse que o grupo foi criado no domingo (19) para organizar a população.

“Todo mundo se indigna, mas acaba que a gente não se organiza. O grupo surgiu para isso”, explica.

Além disso, cerca de 100 pessoas estão participando do coletivo. Além disso, o Bloco de Mulheres marcou um ato de repúdio para a próxima terça-feira (21), às 19h, na Arena Pantanal, endossado pelo grupo “Goleiro Bruno #Não”.

Glaucia explicou que com as organizadoras do bloco é estudado a possibilidade de transferir o ato para o estádio Dito Souza, em Várzea Grande, onde acontece a estreia do Operário, na próxima terça à noite.

A administradora explica que a comunidade surgiu para criar ações e que não irá parar apenas em um ato de repúdio, a intenção é lutar contra a vinda de Bruno.

“Vamos aos patrocinadores com uma carta explicando o que está acontecendo”, disse.

Bruno foi condenado pela morte da ex-namorada e mãe de seu filho, Eliza Samudio. O crime aconteceu em 2010.

Minas Gerais 

O goleiro mora no interior de Minas Gerais e já teve recomendação do Ministério Público daquele estado para que a Justiça autorize sua vinda, já que ele ainda está em regime semiaberto.

Nas redes sociais do time, a contratação, que só depende da liberação do Poder Judiciário, tem gerado controvérsias entre os torcedores. De um lado, aqueles que defendem uma segunda chance para o jogador e do outro, os que se indignam com a aquisição do clube, com direito a #BrunoNão.

Mãe de Elisa se manifestou nas redes sociais sobre a possível contratação, veja:

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